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Ping Pong Anderson Tuca, o olhar por trás das imagens do STU

Credits: Renata Lopes

Estamos contando para vocês mais sobre o time que escolhemos para trazer o real, o verdadeiro feeling do skate para dentro do Oi STU Open. Sabíamos que ter um olhar diferente e cuidar do material em vídeo era assegurar que daríamos um passo importante para a maneira como a mídia e as transmissões ao vivo podem ser. Trouxemos essa cara aí.

 

 

ENTREVISTA ANDERSON TUCA – Videomaker mais que especializado, tem na bagagem a cobertura de grandes eventos internacionais no Brasil e no mundo, além de muitos vídeos de skate produzidos nos últimos 25 anos.

 

 

1 – Além de ter um programa de TV, o Pela Rua, do Canal Off, você é um dos videomakers mais queridos do Brasil. Na sua história com o skate, como tudo começou?

Eu andava de bicicross. Entraram na minha casa e roubaram a minha bicicleta e a do meu irmão. Aí, fui na banca de jornal do meu bairro e achei uma revista YEAH!, que tinha o Edisinho na capa. A partir desse momento eu decidi que ia andar de skate. Quando comecei a andar, muito de onde eu tirava informação eram os vídeos e programas de TV que tinham skate, isso me influencia até hoje.

 

Tuca está no ar novamente com o programa Pela Rua, do Canal Off, ao lado dos camaradas Flavio Samelo e Carlinhos Zodi.

 

Trabalho x Diversão – Foto: Flavio Samelo / Vista Art – Oi STU Open 2017

2 – Em que momento o skate passou a ser profissão? Há quanto tempo é videomaker?

O skate nunca foi profissão pra mim, eu sempre andei de skate por diversão, mas sempre gostei de TV E VÍDEO. Nada melhor que fazer os vídeos das coisas que você gosta. Isso se tornou mais sério quando resolvi fazer vídeos que precisavam de patrocínio. Eu queria vendê-los,  isso por volta de 1995. Mas eu gravo skate desde 1992/93.

 

Tuca e Luan Oliveira – Foto: Flavio Samelo/Vista Art – Oi STU Open 2017

 

 

 

 

3 – Para filmar skate, o que acha essencial? Como aplicou isso ao STU, com 237 competidores?

Para gravar skate tem que ser criativo e ter uma noção mínima de como o skate funciona: MANOBRAS, ESTILO, OS SKATERS… No STU não foi muito fácil, pois muita gente pode deixar você perdido muitas vezes, mas a solução vem da experiência que tenho de fazer vários campeonatos (AMADORES E PROFISSIONAIS) durante anos, que ajudou muito nesse evento.

 

Kelvin Hoefler e Tuca – Foto: Flavio Samelo/Vista Art – Oi STU Open 2017

4 – Como traduziria o atual momento do skate e que posição o Oi STU Open ocupa nessa evolução?

O Skate hoje chegou no patamar de Esporte Olímpico, isso é uma coisa que nunca experimentamos como skatista. Se cogita até que o skate pode perder a identidade, mas com ações como essa do STU eu duvido que isso aconteça. O skate é muito mais que apenas um esporte, e sim um estilo de vida, que abrange muitas outras coisas como a arte e a música. O STU fez esse papel, além de proporcionar uma competição de altíssimo nível.

Confira novamente os melhores momentos das finais do Oi STU Open 2017.

Oi STU Open – Final (Feminino) – Highlights

Final (Feminino) Highlights! 💥 💥Vídeo: Mora Produções#OiStuOpen #Skateboard #JuntoÉBemMelhor #OSkateJunta #VemProRio📹 Anderson Tuca e Ricardo Gomes | Oi STU Open

Posted by Oi STU OPEN on Sunday, April 30, 2017

 

 

Oi STU Open – Final (Masculino) – Highlights

Final (Masculino) Highlights! 🔨 🔨Vídeo: Mora Produções#OiStuOpen #Skateboard #JuntoÉBemMelhor #OSkateJunta #VemProRio📹 Anderson Tuca e Ricardo Gomes | Oi STU Open

Posted by Oi STU OPEN on Sunday, April 30, 2017

 

 

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